Por que prazos ainda se perdem
A maioria das perdas não vem de desconhecimento da lei, e sim de falha de organização: prazo anotado numa agenda pessoal, publicação que passou batida, advogado de férias sem quem cubra. Quando o controle depende da memória de uma pessoa, é questão de tempo até algo escapar.
Comece pela contagem correta
Antes de controlar, é preciso calcular certo. No processo civil, os prazos correm em dias úteis (art. 219 do CPC) e começam no primeiro dia útil seguinte à publicação. Feriados forenses, suspensões e recesso mudam a conta. Uma calculadora que já considera dias úteis e feriados elimina boa parte do erro humano.
Centralize tudo em um lugar
Prazos espalhados entre a agenda do Google, uma planilha e o papel são prazos sem dono. Centralizar num painel único, visível para o time inteiro, faz com que qualquer pessoa saiba o que vence hoje, o que vence esta semana e o que já está crítico.
Alertas antes do vencimento, não no dia
Um bom controle avisa com antecedência. Na prática, isso significa:
- Alertas escalonados: 7 dias, 3 dias e 1 dia antes do vencimento.
- Prazos críticos com destaque visual, separados da rotina.
- Cobertura definida para férias e ausências — todo prazo com responsável nomeado.
- Registro de quem cumpriu e quando, para auditar depois.
Um checklist rápido
- Todo prazo tem um responsável nomeado?
- A contagem considera dias úteis e feriados forenses?
- O time inteiro enxerga os prazos, não só quem cadastrou?
- Existe alerta antes do vencimento?
Como o JusPulse ajuda
No JusPulse, prazos, audiências e processos ficam num painel único, com calculadora de prazo e monitoramento automático dos tribunais. Em vez de depender de alguém lembrar, o sistema mostra o que vence e avisa antes — para o dono e para cada advogado, cada um vendo o que é dele.
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