Por que o preço varia tanto entre softwares jurídicos
Boa parte da diferença de preço não está no jurídico em si, mas no que vem junto: comercial, financeiro, marketing, número de usuários, quantidade de processos monitorados e suporte. Um software mais caro às vezes está cobrando por módulos que o seu escritório não vai usar tão cedo. Antes de comparar valores, vale comparar o que cada valor inclui.
O que não deveria faltar, nem no plano de entrada
- Cadastro de casos e processos, mesmo que com limite de quantidade.
- Algum nível de controle de prazos, o mínimo para não perder data.
- Acesso multiusuário, ainda que restrito a poucas contas.
- Teste gratuito ou plano sem custo para validar antes de comprometer orçamento.
Se um plano de entrada não tem nenhum desses quatro pontos, o barato pode sair caro em retrabalho.
Onde vale pagar mais
Monitoramento automático de processos nos tribunais, integrações com o que o escritório já usa (financeiro, CRM, calendário) e suporte em português tendem a justificar um valor mais alto, porque economizam tempo todo santo dia, não só uma vez. Vale perguntar: esse recurso a mais me devolve tempo ou só parece bonito na demonstração?
Como comparar propostas sem se perder
- Anote o preço por usuário, não só o preço do plano, times crescem.
- Confira o limite de processos monitorados, não só de processos cadastrados, os dois costumam ser diferentes.
- Pergunte o que acontece se você ultrapassar o limite do plano.
- Teste antes de assinar. Um trial de verdade revela mais que qualquer tabela de preços.
Como o JusPulse se posiciona nisso
O JusPulse tem um plano gratuito permanente e um teste de 30 dias nos planos pagos, sem pedir cartão de crédito. O plano de entrada paga (Pulse Start) já inclui jurídico, comercial, financeiro e marketing juntos, com casos cadastrados ilimitados, para o escritório não esbarrar no limite errado logo no início.
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